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  • Magistério questiona contrato com Risotolândia e cobra parecer do MP
    21 | 08 | 2017 - 12:15 Informe-se

    Magistério questiona contrato com Risotolândia e cobra parecer do MP

    Em reunião do CAE, representantes da categoria cobram melhorias e retomam reivindicações antigas

    A reunião do Conselho de Alimentação Escolar (CAE) do mês de agosto aconteceu no último dia 15. As representantes do magistério, eleitas em assembleia, participaram da reunião e levaram os questionamentos do conjunto das professoras e professores da rede sobre a alimentação que é oferecida aos alunos da rede.

    Apesar da pauta da reunião ser apenas burocrática, para apresentar os novos conselheiros e eleger o presidente e vice-presidente do CAE, os representantes do magistério levantaram questões que deverão ser encaminhadas pelo Conselho à Prefeitura.

    Nutricionistas

    A reivindicação é que o CAE cobre o parecer do Ministério Público sobre o número de nutricionistas necessário para acompanhar as 285 mil refeições diárias servidas nas unidades educacionais. De acordo com o próprio Conselho, para garantir segurança e qualidade na alimentação das alunas e alunos da rede, são necessárias 30 nutricionistas, divididas entre os núcleos regionais e a gerência da alimentação escolar.

    O CAE e o SISMMAC já cobraram a administração municipal sistematicamente a respeito da contratação de mais nutricionistas para supervisão das merendas. O fim dos contratos com empresas terceirizadas e o retorno de concursos públicos para as áreas da alimentação e da limpeza também são reivindicações antigas da categoria.

    Contratos terceirizados

    Além disso, durante a reunião do CAE, as professoras que representam o magistério questionaram a transparência do processo de construção do edital para escolha da empresa que atenderá a alimentação escolar da cidade e a quantidade de lotes que são enviados às unidades, sempre no limite.

    A Risotolância presta serviço para Curitiba há quase 25 anos e esse é um contrato que precisa ser revisto urgentemente. Além da péssima qualidade dos alimentos que são servidos aos alunos, o contrato e as supostas dívidas da administração com a empresa, denunciadas no início do ano pela gestão Greca, são questionáveis, já que até agora a Prefeitura não apresentou dados que explicassem essa dívida.

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  • 21 | 08 | 2017 - 12:15 Informe-se
    Magistério questiona contrato com Risotolândia e cobra parecer do MP

    Magistério questiona contrato com Risotolândia e cobra parecer do MP

    Em reunião do CAE, representantes da categoria cobram melhorias e retomam reivindicações antigas

    A reunião do Conselho de Alimentação Escolar (CAE) do mês de agosto aconteceu no último dia 15. As representantes do magistério, eleitas em assembleia, participaram da reunião e levaram os questionamentos do conjunto das professoras e professores da rede sobre a alimentação que é oferecida aos alunos da rede.

    Apesar da pauta da reunião ser apenas burocrática, para apresentar os novos conselheiros e eleger o presidente e vice-presidente do CAE, os representantes do magistério levantaram questões que deverão ser encaminhadas pelo Conselho à Prefeitura.

    Nutricionistas

    A reivindicação é que o CAE cobre o parecer do Ministério Público sobre o número de nutricionistas necessário para acompanhar as 285 mil refeições diárias servidas nas unidades educacionais. De acordo com o próprio Conselho, para garantir segurança e qualidade na alimentação das alunas e alunos da rede, são necessárias 30 nutricionistas, divididas entre os núcleos regionais e a gerência da alimentação escolar.

    O CAE e o SISMMAC já cobraram a administração municipal sistematicamente a respeito da contratação de mais nutricionistas para supervisão das merendas. O fim dos contratos com empresas terceirizadas e o retorno de concursos públicos para as áreas da alimentação e da limpeza também são reivindicações antigas da categoria.

    Contratos terceirizados

    Além disso, durante a reunião do CAE, as professoras que representam o magistério questionaram a transparência do processo de construção do edital para escolha da empresa que atenderá a alimentação escolar da cidade e a quantidade de lotes que são enviados às unidades, sempre no limite.

    A Risotolância presta serviço para Curitiba há quase 25 anos e esse é um contrato que precisa ser revisto urgentemente. Além da péssima qualidade dos alimentos que são servidos aos alunos, o contrato e as supostas dívidas da administração com a empresa, denunciadas no início do ano pela gestão Greca, são questionáveis, já que até agora a Prefeitura não apresentou dados que explicassem essa dívida.

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