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  • Assembleia aprova ações contra Escola Sem Partido e CuritibaPREV
    10 | 08 | 2017 - 21:59 Informe-se

    Assembleia aprova ações contra Escola Sem Partido e CuritibaPREV

    Diversidade de ideias no chão da escola e aposentadoria dos servidores são ameaçadas pela gestão Greca

    As professoras e professores se reuniram em assembleia na noite desta quinta-feira (10) e aprovaram ações para enfrentarem efetivamente os projetos de lei relacionados ao Escola Sem Partido que estão em tramitação na Câmara Municipal de Curitiba.

    Calendário de ações contra os projetos do Escola Sem Partido

    - 15 de agosto – Participar do ato junto com a frente CWB Resiste convocado em protesto aos projetos

    - Convocar a categoria para acompanhar as reuniões das comissões legislativas que debaterão os projetos

    - Contatar entidades da sociedade civil para assinar um documento contrário ao projeto até o Conselho de Representantes de setembro, que ocorre no dia 5
    O Seminário Escola Sem Partido – Educação sem Diversidade é Retrocesso, que acontece no próximo sábado (12), na sede do SISMMAC, faz parte desse calendário de ações que tem como objetivo aprofundar o debate sobre a escola que queremos. Confira no box ao lado os demais encaminhamentos sobre o assunto.

    A formação dos profissionais do magistério sobre o tema e a ampliação desse debate com a comunidade escolar são fundamentais para avançarmos enquanto sociedade.

    Para além disso, é importante denunciarmos a intenção das bancadas conservadoras das câmaras municipais e assembleias legislativas ao forçarem a aprovação desses projetos: mascarar os reais problemas enfrentados no chão da escola.

    CuritibaPREV

    No final do primeiro semestre deste ano, o magistério enfrentou duras batalhas na tentativa de impedir sérias retiradas de direitos. O saldo da luta foi positivo, apesar dos projetos terem sido aprovados com manobras políticas e violência. Entretanto, os ataques do pacotaço ainda não acabaram.

    Ações contra o CuritibaPREV

    - Convocar a categoria para reunião da comissão de serviço público da Câmara

    - Ato na data de votação do projeto
    O projeto de lei que propõe a criação de um fundo de previdência complementar, o CuritibaPREV, tramita na Câmara Municipal e pode entrar em votação ainda no mês de agosto. Confira ao lado as ações aprovadas em assembleia para juntos enfrentarmos mais este ataque!

    Com a criação do CuritibaPREV, a gestão de Greca quer impor um teto salarial de R$ 5.530 para a aposentadoria dos novos servidores, teto este que não existe hoje.

    A desculpa da administração municipal para, mais uma vez, atacar a previdência é de que é preciso reduzir as contas do IPMC. Entretanto, de acordo com dados do Instituto de Previdência dos Servidores do Município de Curitiba (IPMC), apenas 20% dos servidores do município recebem acima do teto. E, infelizmente, a expectativa é de que seja cada vez mais difícil alcançar o teto salarial, devido aos inúmeros ataques impostos à classe trabalhadora.

    Estabelecer um teto salarial não impacta consideravelmente as contas do Instituto, então, por que a Prefeitura quer criar o CuritibaPREV?

    A intenção da administração é atingir todos aqueles que ganham abaixo do teto, sejam os servidores atuais ou os que ainda virão. 

    A Prefeitura quer convencer aqueles que ganham abaixo de R$ 5.530 a aumentar a aposentadoria por meio do fundo complementar. Para isso, ela quer desviar 3% da contribuição patronal que hoje é destinada ao IPMC para o CuritibaPREV. Isso afeta o equilíbrio financeiro e atuarial do nosso Instituto de Previdência, que deverá pagar o benefício esperado arrecadando menos.

    A gestão do CuritibaPREV ficaria a cargo de uma de fundação pública de direito privado. Com potencial de se tornar um grande cabide de cargos comissionados e agentes do mercado financeiro. Isso significa que não há garantia de quem irá administrar o fundo complementar. Assim, fica claro que a intenção do prefeito Rafael Greca é comercializar a previdência dos servidores, com a abertura da gestão do fundo de previdência para bancos e empresas.

    Assembleia elege representantes para o CAE

    As professoras Charlene Weirich Maulaz, da Escola Municipal Albert Schweitzer, e Liliane Tsumanuma, que está na direção liberada do SISMMAC, foram eleitas para representar o segmento dos trabalhadores em educação no Conselho de Alimentação Escolar (CAE).

    Em suas redes sociais, ao ser criticado pela merenda escolar que é oferecida aos estudantes da rede, o prefeito Rafael Greca alegou que os problemas da alimentação escolar são raros e pontuais.

    Porém, nós, professoras e professores, sabemos que a realidade no chão da escola é bem diferente e que a qualidade dos alimentos está para além de questionável. A atuação dos representantes no Conselho é fundamental para fiscalizarmos e denunciarmos o descaso da administração municipal com as filhas e filhos dos trabalhadores da nossa cidade.

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  • 10 | 08 | 2017 - 21:59 Informe-se
    Assembleia aprova ações contra Escola Sem Partido e CuritibaPREV

    Assembleia aprova ações contra Escola Sem Partido e CuritibaPREV

    Diversidade de ideias no chão da escola e aposentadoria dos servidores são ameaçadas pela gestão Greca

    As professoras e professores se reuniram em assembleia na noite desta quinta-feira (10) e aprovaram ações para enfrentarem efetivamente os projetos de lei relacionados ao Escola Sem Partido que estão em tramitação na Câmara Municipal de Curitiba.

    Calendário de ações contra os projetos do Escola Sem Partido

    - 15 de agosto – Participar do ato junto com a frente CWB Resiste convocado em protesto aos projetos

    - Convocar a categoria para acompanhar as reuniões das comissões legislativas que debaterão os projetos

    - Contatar entidades da sociedade civil para assinar um documento contrário ao projeto até o Conselho de Representantes de setembro, que ocorre no dia 5
    O Seminário Escola Sem Partido – Educação sem Diversidade é Retrocesso, que acontece no próximo sábado (12), na sede do SISMMAC, faz parte desse calendário de ações que tem como objetivo aprofundar o debate sobre a escola que queremos. Confira no box ao lado os demais encaminhamentos sobre o assunto.

    A formação dos profissionais do magistério sobre o tema e a ampliação desse debate com a comunidade escolar são fundamentais para avançarmos enquanto sociedade.

    Para além disso, é importante denunciarmos a intenção das bancadas conservadoras das câmaras municipais e assembleias legislativas ao forçarem a aprovação desses projetos: mascarar os reais problemas enfrentados no chão da escola.

    CuritibaPREV

    No final do primeiro semestre deste ano, o magistério enfrentou duras batalhas na tentativa de impedir sérias retiradas de direitos. O saldo da luta foi positivo, apesar dos projetos terem sido aprovados com manobras políticas e violência. Entretanto, os ataques do pacotaço ainda não acabaram.

    Ações contra o CuritibaPREV

    - Convocar a categoria para reunião da comissão de serviço público da Câmara

    - Ato na data de votação do projeto
    O projeto de lei que propõe a criação de um fundo de previdência complementar, o CuritibaPREV, tramita na Câmara Municipal e pode entrar em votação ainda no mês de agosto. Confira ao lado as ações aprovadas em assembleia para juntos enfrentarmos mais este ataque!

    Com a criação do CuritibaPREV, a gestão de Greca quer impor um teto salarial de R$ 5.530 para a aposentadoria dos novos servidores, teto este que não existe hoje.

    A desculpa da administração municipal para, mais uma vez, atacar a previdência é de que é preciso reduzir as contas do IPMC. Entretanto, de acordo com dados do Instituto de Previdência dos Servidores do Município de Curitiba (IPMC), apenas 20% dos servidores do município recebem acima do teto. E, infelizmente, a expectativa é de que seja cada vez mais difícil alcançar o teto salarial, devido aos inúmeros ataques impostos à classe trabalhadora.

    Estabelecer um teto salarial não impacta consideravelmente as contas do Instituto, então, por que a Prefeitura quer criar o CuritibaPREV?

    A intenção da administração é atingir todos aqueles que ganham abaixo do teto, sejam os servidores atuais ou os que ainda virão. 

    A Prefeitura quer convencer aqueles que ganham abaixo de R$ 5.530 a aumentar a aposentadoria por meio do fundo complementar. Para isso, ela quer desviar 3% da contribuição patronal que hoje é destinada ao IPMC para o CuritibaPREV. Isso afeta o equilíbrio financeiro e atuarial do nosso Instituto de Previdência, que deverá pagar o benefício esperado arrecadando menos.

    A gestão do CuritibaPREV ficaria a cargo de uma de fundação pública de direito privado. Com potencial de se tornar um grande cabide de cargos comissionados e agentes do mercado financeiro. Isso significa que não há garantia de quem irá administrar o fundo complementar. Assim, fica claro que a intenção do prefeito Rafael Greca é comercializar a previdência dos servidores, com a abertura da gestão do fundo de previdência para bancos e empresas.

    Assembleia elege representantes para o CAE

    As professoras Charlene Weirich Maulaz, da Escola Municipal Albert Schweitzer, e Liliane Tsumanuma, que está na direção liberada do SISMMAC, foram eleitas para representar o segmento dos trabalhadores em educação no Conselho de Alimentação Escolar (CAE).

    Em suas redes sociais, ao ser criticado pela merenda escolar que é oferecida aos estudantes da rede, o prefeito Rafael Greca alegou que os problemas da alimentação escolar são raros e pontuais.

    Porém, nós, professoras e professores, sabemos que a realidade no chão da escola é bem diferente e que a qualidade dos alimentos está para além de questionável. A atuação dos representantes no Conselho é fundamental para fiscalizarmos e denunciarmos o descaso da administração municipal com as filhas e filhos dos trabalhadores da nossa cidade.

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