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  • Profissionais do 6º ao 9º debatem reivindicações do segmento
    06 | 05 | 2016 - 15:25 Mobilização

    Profissionais do 6º ao 9º debatem reivindicações do segmento

    Alteração na composição da jornada de trabalho continua como principal reivindicação dos professores das séries finais

    As professoras e professores que atuam nas séries finais se reuniram na última segunda-feira (2) para discutir e formular as propostas de reivindicações do segmento, que serão apreciadas pelo conjunto da categoria na assembleia do dia 24 de maio.

    A principal reivindicação dos profissionais do magistério lotados nas escolas que ofertam ensino fundamental do 6º ao 9º ano é a alteração da composição da jornada para hora-aula. Para além disso, os professores também exigem convocação e nomeação dos profissionais docência II aprovados no último concurso, redução do número de alunos por turma e dimensionamento diferenciado para os profissionais de apoio escolar.

    Confira as propostas formuladas que serão debatidas na assembleia do dia 24:

    - Implantar imediatamente a jornada de trabalho de 20 horas-aula semanais para os profissionais que atuam nos anos finais do ensino fundamental, com aulas de duração de 50 minutos, sendo 13 horas-aula e 7 horas-atividade (permanência), organizando o horário escolar de tal forma que as horas-aula sejam distribuídas em três dias, e as horas-atividade (permanência) sejam concentradas, garantindo que o profissional fique lotado apenas em uma escola e que as substituições aconteçam apenas em sua disciplina.

    - Suspender o fechamento de turmas nas escolas de 6º ao 9º ano e avaliar o não envio de cartas aos alunos do 5º ano para estes se matricularem na série seguinte, pois essa ação coloca em risco a permanência da rede de 6º ao 9º no município.

    - Contratação via concurso público de professores de docência II para suprir a falta de professores, garantir apoio escolar (contraturno), corregência e projetos. E, para além disso, garantir reposição de professores em licença. Enquanto não houver essa contratação, retornar professores cedidos para departamentos e núcleos da Secretaria Municipal da Educação para atender essa demanda nas escolas.

    - Garantir dimensionamento diferenciado para os profissionais de apoio escolar das unidades que ofertam as séries finais levando em consideração o número de alunos, turnos e o tamanho da escola (em m²).

    - Garantir que os inspetores com laudo tenham suas funções adaptadas e sejam compatíveis com a situação do profissional de apoio escolar, e que esses trabalhadores não entrem no fluxo da unidade.

    - Reduzir o número de estudantes por turma, conforme prevê a Meta 19 do Plano Municipal de Educação de Curitiba, Lei 14.681/2015, e suas estratégias:

    19.1 Realizar diagnóstico, ainda no primeiro ano de vigência do PME, com vistas a estabelecer o limite de estudantes por profissional e por turma.

    19.2 Implantar, de forma gradativa, o limite de estudantes por profissional e por turma conforme o seguinte padrão:

    - Ensino Fundamental: 6º ao 9º ano - até 25 estudantes.

    - Garantir a redução de alunos por turma quando houver alunos de inclusão.

  • 06 | 05 | 2016 - 15:25 Mobilização
    Profissionais do 6º ao 9º debatem reivindicações do segmento

    Profissionais do 6º ao 9º debatem reivindicações do segmento

    Alteração na composição da jornada de trabalho continua como principal reivindicação dos professores das séries finais

    As professoras e professores que atuam nas séries finais se reuniram na última segunda-feira (2) para discutir e formular as propostas de reivindicações do segmento, que serão apreciadas pelo conjunto da categoria na assembleia do dia 24 de maio.

    A principal reivindicação dos profissionais do magistério lotados nas escolas que ofertam ensino fundamental do 6º ao 9º ano é a alteração da composição da jornada para hora-aula. Para além disso, os professores também exigem convocação e nomeação dos profissionais docência II aprovados no último concurso, redução do número de alunos por turma e dimensionamento diferenciado para os profissionais de apoio escolar.

    Confira as propostas formuladas que serão debatidas na assembleia do dia 24:

    - Implantar imediatamente a jornada de trabalho de 20 horas-aula semanais para os profissionais que atuam nos anos finais do ensino fundamental, com aulas de duração de 50 minutos, sendo 13 horas-aula e 7 horas-atividade (permanência), organizando o horário escolar de tal forma que as horas-aula sejam distribuídas em três dias, e as horas-atividade (permanência) sejam concentradas, garantindo que o profissional fique lotado apenas em uma escola e que as substituições aconteçam apenas em sua disciplina.

    - Suspender o fechamento de turmas nas escolas de 6º ao 9º ano e avaliar o não envio de cartas aos alunos do 5º ano para estes se matricularem na série seguinte, pois essa ação coloca em risco a permanência da rede de 6º ao 9º no município.

    - Contratação via concurso público de professores de docência II para suprir a falta de professores, garantir apoio escolar (contraturno), corregência e projetos. E, para além disso, garantir reposição de professores em licença. Enquanto não houver essa contratação, retornar professores cedidos para departamentos e núcleos da Secretaria Municipal da Educação para atender essa demanda nas escolas.

    - Garantir dimensionamento diferenciado para os profissionais de apoio escolar das unidades que ofertam as séries finais levando em consideração o número de alunos, turnos e o tamanho da escola (em m²).

    - Garantir que os inspetores com laudo tenham suas funções adaptadas e sejam compatíveis com a situação do profissional de apoio escolar, e que esses trabalhadores não entrem no fluxo da unidade.

    - Reduzir o número de estudantes por turma, conforme prevê a Meta 19 do Plano Municipal de Educação de Curitiba, Lei 14.681/2015, e suas estratégias:

    19.1 Realizar diagnóstico, ainda no primeiro ano de vigência do PME, com vistas a estabelecer o limite de estudantes por profissional e por turma.

    19.2 Implantar, de forma gradativa, o limite de estudantes por profissional e por turma conforme o seguinte padrão:

    - Ensino Fundamental: 6º ao 9º ano - até 25 estudantes.

    - Garantir a redução de alunos por turma quando houver alunos de inclusão.

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