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  • Assembleia rejeita proposta da Prefeitura para jornada dos profissionais das séries finais
    25 | 10 | 2013 - 15:41 Condições de Trabalho

    Assembleia rejeita proposta da Prefeitura para jornada dos profissionais das séries finais

    Jornada apresentada pela administração não atende a pauta cheia do magistério

    A assembleia do dia 24 rejeitou a proposta da Prefeitura, apresentada no mesmo dia durante a tarde, para a jornada dos profissionais das escolas do 6º ao 9º ano. A assembleia reafirmou a pauta cheia do magistério, que reivindica a implantação da jornada de trabalho de 20 horas-aula semanais de 50 minutos; distribuição de 13 horas-aula com alunos e 7 horas-aula de permanência (concentrada), e deliberou pela continuidade da luta pela hora-aula e demais reivindicações.

    Proposta da PMC
    Durante a tarde do dia 24, a direção do SISMMAC se reuniu com a administração municipal para ouvir uma proposta sobre a jornada das professoras e professores das escolas do 6º ao 9º ano. Após quase um ano de espera por uma definição, a proposta apresentada pela PMC é apenas uma medida para acalmar os ânimos.

    Sem a contratação de novos profissionais não é possível atender a reivindicação do magistério. Para tapar o sol com a peneira e contornar a falta de professores, a Secretaria Municipal de Educação propôs jornada semanal de 20h distribuídas ao longo de quatro dias, ou seja, 5h diárias, sendo o quinto dia livre. Os 30 minutos a mais da jornada diária de 5h seriam sem a presença de alunos, podendo acontecer de acordo com organização da escola, 30 minutos a mais na entrada ou na saída, 15 minutos na entrada e 15 minutos na saída. A distribuição da jornada durante a semana ficaria assim: três dias de aula, um dia de permanência concentrada e um dia livre.

    A direção do SISMMAC também pressionou para que houvesse redução imediata de horas de 15h para 14h enquanto não se efetiva o concurso público para Docência II, porém, a SME afirmou que essa redução só seria possível com a contratação de mais professores.

    Por isso, o SISMMAC cobrou mais uma vez a realização ainda esse ano de um concurso para docência II. De acordo com a Secretaria, a elaboração de edital já está em andamento.

    Encaminhamentos da assembleia
    A assembleia de ontem definiu ações para dar continuidade à luta dos profissionais das escolas do 6º ao 9º ano. As professoras e professores das séries finais devem produzir cartazes reivindicando a hora-aula e enviar a foto para o SISMMAC.

    Os profissionais das 11 escolas com séries finais também devem organizar reuniões ou recreios prolongados em seus locais de trabalho e chamar a direção do Sindicato para participar. São nessas reuniões que os professores vão decidir sobre as possíveis ações que a escola vai realizar.

    Para a Campanha Lutas de 2014, haverá um levantamento sobre a realidade de outras redes para embasar a defesa da hora-aula também para as séries iniciais. Além disso, durante os encontros regionais para a construção da Pauta de Reivindicações da categoria, será iniciada a discussão da proposta de hora-aula para os profissionais do 1º ao 5º ano.
     

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  • 25 | 10 | 2013 - 15:41 Condições de Trabalho
    Assembleia rejeita proposta da Prefeitura para jornada dos profissionais das séries finais

    Assembleia rejeita proposta da Prefeitura para jornada dos profissionais das séries finais

    Jornada apresentada pela administração não atende a pauta cheia do magistério

    A assembleia do dia 24 rejeitou a proposta da Prefeitura, apresentada no mesmo dia durante a tarde, para a jornada dos profissionais das escolas do 6º ao 9º ano. A assembleia reafirmou a pauta cheia do magistério, que reivindica a implantação da jornada de trabalho de 20 horas-aula semanais de 50 minutos; distribuição de 13 horas-aula com alunos e 7 horas-aula de permanência (concentrada), e deliberou pela continuidade da luta pela hora-aula e demais reivindicações.

    Proposta da PMC
    Durante a tarde do dia 24, a direção do SISMMAC se reuniu com a administração municipal para ouvir uma proposta sobre a jornada das professoras e professores das escolas do 6º ao 9º ano. Após quase um ano de espera por uma definição, a proposta apresentada pela PMC é apenas uma medida para acalmar os ânimos.

    Sem a contratação de novos profissionais não é possível atender a reivindicação do magistério. Para tapar o sol com a peneira e contornar a falta de professores, a Secretaria Municipal de Educação propôs jornada semanal de 20h distribuídas ao longo de quatro dias, ou seja, 5h diárias, sendo o quinto dia livre. Os 30 minutos a mais da jornada diária de 5h seriam sem a presença de alunos, podendo acontecer de acordo com organização da escola, 30 minutos a mais na entrada ou na saída, 15 minutos na entrada e 15 minutos na saída. A distribuição da jornada durante a semana ficaria assim: três dias de aula, um dia de permanência concentrada e um dia livre.

    A direção do SISMMAC também pressionou para que houvesse redução imediata de horas de 15h para 14h enquanto não se efetiva o concurso público para Docência II, porém, a SME afirmou que essa redução só seria possível com a contratação de mais professores.

    Por isso, o SISMMAC cobrou mais uma vez a realização ainda esse ano de um concurso para docência II. De acordo com a Secretaria, a elaboração de edital já está em andamento.

    Encaminhamentos da assembleia
    A assembleia de ontem definiu ações para dar continuidade à luta dos profissionais das escolas do 6º ao 9º ano. As professoras e professores das séries finais devem produzir cartazes reivindicando a hora-aula e enviar a foto para o SISMMAC.

    Os profissionais das 11 escolas com séries finais também devem organizar reuniões ou recreios prolongados em seus locais de trabalho e chamar a direção do Sindicato para participar. São nessas reuniões que os professores vão decidir sobre as possíveis ações que a escola vai realizar.

    Para a Campanha Lutas de 2014, haverá um levantamento sobre a realidade de outras redes para embasar a defesa da hora-aula também para as séries iniciais. Além disso, durante os encontros regionais para a construção da Pauta de Reivindicações da categoria, será iniciada a discussão da proposta de hora-aula para os profissionais do 1º ao 5º ano.
     

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