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  • Prefeitura atrasou contratações para viabilizar previdência privada
    09 | 02 | 2019 - 11:12 Aposentadoria

    Prefeitura atrasou contratações para viabilizar previdência privada

    Nomeação de 450 professores foi adiada para impor previdência privada, teto para aposentadoria e fim de licença-prêmio

    Cerca de 450 professores de docência I serão nomeados a partir da próxima segunda-feira (11). A contratação desses profissionais é reivindicação recorrente do Sindicato, já que, de acordo com o levantamento realizado pelo SISMMAC, existe uma defasagem de mais de mil professores nas unidades escolares da rede.

    Entretanto, é preciso desmascarar as intenções do prefeito para realizar as contratações com tanto atraso. Greca teve dois anos para realizar convocações e, inclusive, deixou vencer o concurso de docência II nesse intervalo, mas não à toa escolheu esse período específico para as contratações.

    A Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc) concedeu a aprovação do regulamento do CuritibaPREV no dia 24 de dezembro. Apenas 10 dias depois, no dia 4 de janeiro, a administração municipal publicou o primeiro edital de convocação dos profissionais do magistério.

    Na avaliação da direção do SISMMAC, a intenção da Prefeitura foi clara: adiar as convocações para o momento em que o CuritibaPREV estivesse funcionando na prática, com adesão automática, além do teto para aposentadoria.

    A gestão Greca também pensou nas nomeações que fez nos últimos meses e quer ir atrás dos servidores que ingressaram na rede a partir de setembro de 2017 para vender a previdência privada do município.

    A demanda por contratações existe há mais de dois anos. Porém, a administração municipal postergou a reivindicação dos servidores, realizou nomeações a conta-gotas durante este período e, agora, fez uma contratação mais substancial já de olho em atender seus próprios interesses. A verdadeira intenção do governo Greca é capitalizar a aposentadoria dos servidores e usar como barganha para o mercado da previdência privada, ou seja, sucatear os direitos duramente conquistados pelos trabalhadores do município.

    Tanta demora também permitiu que a Prefeitura retirasse a licença-prêmio dos novos servidores que ingressarem a partir de agora, já que a bancada do tratoraço aprovou a extinção do direito a LP ao mesmo tempo que aprovou o recebimento do 13º salário pelos vereadores.

    O funcionalismo de Curitiba está atento às manobras do prefeito Rafael Greca. Seguiremos firme na luta e resistiremos às tentativas de retirada de direitos da administração municipal!

  • 09 | 02 | 2019 - 11:12 Aposentadoria
    Prefeitura atrasou contratações para viabilizar previdência privada

    Prefeitura atrasou contratações para viabilizar previdência privada

    Nomeação de 450 professores foi adiada para impor previdência privada, teto para aposentadoria e fim de licença-prêmio

    Cerca de 450 professores de docência I serão nomeados a partir da próxima segunda-feira (11). A contratação desses profissionais é reivindicação recorrente do Sindicato, já que, de acordo com o levantamento realizado pelo SISMMAC, existe uma defasagem de mais de mil professores nas unidades escolares da rede.

    Entretanto, é preciso desmascarar as intenções do prefeito para realizar as contratações com tanto atraso. Greca teve dois anos para realizar convocações e, inclusive, deixou vencer o concurso de docência II nesse intervalo, mas não à toa escolheu esse período específico para as contratações.

    A Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc) concedeu a aprovação do regulamento do CuritibaPREV no dia 24 de dezembro. Apenas 10 dias depois, no dia 4 de janeiro, a administração municipal publicou o primeiro edital de convocação dos profissionais do magistério.

    Na avaliação da direção do SISMMAC, a intenção da Prefeitura foi clara: adiar as convocações para o momento em que o CuritibaPREV estivesse funcionando na prática, com adesão automática, além do teto para aposentadoria.

    A gestão Greca também pensou nas nomeações que fez nos últimos meses e quer ir atrás dos servidores que ingressaram na rede a partir de setembro de 2017 para vender a previdência privada do município.

    A demanda por contratações existe há mais de dois anos. Porém, a administração municipal postergou a reivindicação dos servidores, realizou nomeações a conta-gotas durante este período e, agora, fez uma contratação mais substancial já de olho em atender seus próprios interesses. A verdadeira intenção do governo Greca é capitalizar a aposentadoria dos servidores e usar como barganha para o mercado da previdência privada, ou seja, sucatear os direitos duramente conquistados pelos trabalhadores do município.

    Tanta demora também permitiu que a Prefeitura retirasse a licença-prêmio dos novos servidores que ingressarem a partir de agora, já que a bancada do tratoraço aprovou a extinção do direito a LP ao mesmo tempo que aprovou o recebimento do 13º salário pelos vereadores.

    O funcionalismo de Curitiba está atento às manobras do prefeito Rafael Greca. Seguiremos firme na luta e resistiremos às tentativas de retirada de direitos da administração municipal!

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