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  • Magistério vai cobrar licença-prêmio e contratação na sexta-feira (6)
    04 | 04 | 2018 - 14:24 Negociação

    Magistério vai cobrar licença-prêmio e contratação na sexta-feira (6)

    Quem teve o pedido de licença negado também deve protocolar documento cobrando que a Prefeitura revise a decisão

    As escolas receberam nesta quarta-feira (4) o retorno da Prefeitura sobre os pedidos de licença-prêmio. Depois de adiar ao máximo a resposta, a administração decidiu repetir o ataque imposto no ano passado e liberar o direito apenas para os profissionais que possuem mais de 20 anos de tempo de serviço ou que não precisam de substituição.

    O SISMMAC já enviou oficio à Prefeitura solicitando a realização de uma reunião, em caráter emergencial, para discutir o tema na próxima sexta-feira (6), às 15h, no Edifício Delta. A direção do Sindicato convida todas as professoras e professores que tiveram seus pedidos de licença-prêmio recusados a participarem conosco da reunião nesse dia.

    Nossa pressão vai cobrar da Prefeitura a liberação das licenças e urgência na resolução do problema da falta de professores nas unidades.

    Corte nas licenças-prêmio esconde problema da falta de professores

    A Prefeitura afirma que as contas de 2017 fecharam no azul, com superávit de R$ 291,2 milhões graças ao saque no nosso Instituto de Previdência e ao ajuste fiscal feito às custas de nossos direitos. Mas ainda assim usa a questão orçamentária como desculpa para recusar os pedidos de licença-prêmio.

    A desculpa mais uma vez é que não existe previsão orçamentária para liberar vagas de Regime Integral de Trabalho (RIT) para garantir a substituição. Essa justificativa, entretanto, precisa ser questionada.

    Há previsão orçamentária para contratação de novos professores, mas a Prefeitura não nomeou os 500 profissionais de Docência I convocados no início do ano e ameaça deixar o concurso de Docência II caducar em abril sem ter chamado a lista de espera.

    Com a desculpa da crise, a Prefeitura pretende pressionar as unidades a funcionarem sem profissionais e sem condições adequadas.
    Por isso, nossa reivindicação precisa ser unificada: por nenhum direito a menos, pela liberação das licenças-prêmio, por contratação de novos professores e melhores condições de trabalho em todos as modalidades e níveis da educação!

    Clique aqui para conferir o ofício enviado para a Prefeitura.

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  • 04 | 04 | 2018 - 14:24 Negociação
    Magistério vai cobrar licença-prêmio e contratação na sexta-feira (6)

    Magistério vai cobrar licença-prêmio e contratação na sexta-feira (6)

    Quem teve o pedido de licença negado também deve protocolar documento cobrando que a Prefeitura revise a decisão

    As escolas receberam nesta quarta-feira (4) o retorno da Prefeitura sobre os pedidos de licença-prêmio. Depois de adiar ao máximo a resposta, a administração decidiu repetir o ataque imposto no ano passado e liberar o direito apenas para os profissionais que possuem mais de 20 anos de tempo de serviço ou que não precisam de substituição.

    O SISMMAC já enviou oficio à Prefeitura solicitando a realização de uma reunião, em caráter emergencial, para discutir o tema na próxima sexta-feira (6), às 15h, no Edifício Delta. A direção do Sindicato convida todas as professoras e professores que tiveram seus pedidos de licença-prêmio recusados a participarem conosco da reunião nesse dia.

    Nossa pressão vai cobrar da Prefeitura a liberação das licenças e urgência na resolução do problema da falta de professores nas unidades.

    Corte nas licenças-prêmio esconde problema da falta de professores

    A Prefeitura afirma que as contas de 2017 fecharam no azul, com superávit de R$ 291,2 milhões graças ao saque no nosso Instituto de Previdência e ao ajuste fiscal feito às custas de nossos direitos. Mas ainda assim usa a questão orçamentária como desculpa para recusar os pedidos de licença-prêmio.

    A desculpa mais uma vez é que não existe previsão orçamentária para liberar vagas de Regime Integral de Trabalho (RIT) para garantir a substituição. Essa justificativa, entretanto, precisa ser questionada.

    Há previsão orçamentária para contratação de novos professores, mas a Prefeitura não nomeou os 500 profissionais de Docência I convocados no início do ano e ameaça deixar o concurso de Docência II caducar em abril sem ter chamado a lista de espera.

    Com a desculpa da crise, a Prefeitura pretende pressionar as unidades a funcionarem sem profissionais e sem condições adequadas.
    Por isso, nossa reivindicação precisa ser unificada: por nenhum direito a menos, pela liberação das licenças-prêmio, por contratação de novos professores e melhores condições de trabalho em todos as modalidades e níveis da educação!

    Clique aqui para conferir o ofício enviado para a Prefeitura.

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