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  • Magistério só agendará reposição após garantia de retirada das faltas
    15 | 08 | 2017 - 17:36 Mobilização

    Magistério só agendará reposição após garantia de retirada das faltas

    Prefeitura sinaliza que quer definir a reposição, mas deve negociar antes a devolução dos descontos e retirada de faltas
    A proximidade com o final do ano já começou a pressionar a Prefeitura a responder sobre a reposição dos dias parados nas greves de março e junho deste ano. Na tarde dessa terça-feira (15), a administração enviou ofício às escolas solicitando dados sobre o número de turmas que não tiveram aula em cada dia de greve.

    O pedido sinaliza o interesse da Prefeitura em organizar a reposição, já que é sua obrigação garantir os 200 dias letivos a todos os estudantes. Entretanto, ainda não houve negociação sobre os critérios dessa reposição. As unidades devem enviar as informações solicitadas, mas não devem agendar reposição enquanto não houver garantia de retirada das faltas e devolução dos descontos para todas as professoras e professores que participaram da greve.

    O SISMMAC também está fazendo um levantamento sobre o funcionamento das unidades em cada dia de greve. O questionário começou a ser distribuído na reunião do Conselho de Representantes de agosto e é peça fundamental para que o Sindicato possa pressionar a negociação com a Prefeitura. Se a sua escola ainda não respondeu, clique aqui para fazer o download e acessar o documento.

    Manter a mobilização para garantir a negociação


    Desde a greve de março, a direção do SISMMAC vem tentando negociar a reposição com a Prefeitura.

    Além de cobrar que a reposição seja garantida a todos os profissionais, essa negociação busca evitar que a Prefeitura repita o calote de 2014. Quem participou da reposição da greve de agosto naquele ano recebeu apenas pelos dias trabalhados, não recebeu as gratificações e demais valores descontados e só teve as faltas abonadas dois anos depois, quando o direito foi garantido a toda a categoria.

    Ação solidária e processo judicial são medidas para enfrentar coletivamente a retaliação da Prefeitura


    O departamento jurídico do SISMMAC ingressou com uma ação na Justiça que reivindica a devolução dos descontos e a retirada das faltas referentes aos dias 28 de abril e 12, 13, 14, 19 e 20, 26 e 27 de junho.

    Além da ação judicial, o Sindicato também está organizando uma Ação Solidária para amenizar o impacto dos descontos da greve. O objetivo da ação é criar uma alternativa para que o magistério possa enfrentar com união as tentativas de retaliação da Prefeitura. Uma iniciativa semelhante foi realizada pelo Sindicato em 2014, como forma de reaver os descontos da greve de agosto daquele ano.
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  • 15 | 08 | 2017 - 17:36 Mobilização
    Magistério só agendará reposição após garantia de retirada das faltas

    Magistério só agendará reposição após garantia de retirada das faltas

    Prefeitura sinaliza que quer definir a reposição, mas deve negociar antes a devolução dos descontos e retirada de faltas
    A proximidade com o final do ano já começou a pressionar a Prefeitura a responder sobre a reposição dos dias parados nas greves de março e junho deste ano. Na tarde dessa terça-feira (15), a administração enviou ofício às escolas solicitando dados sobre o número de turmas que não tiveram aula em cada dia de greve.

    O pedido sinaliza o interesse da Prefeitura em organizar a reposição, já que é sua obrigação garantir os 200 dias letivos a todos os estudantes. Entretanto, ainda não houve negociação sobre os critérios dessa reposição. As unidades devem enviar as informações solicitadas, mas não devem agendar reposição enquanto não houver garantia de retirada das faltas e devolução dos descontos para todas as professoras e professores que participaram da greve.

    O SISMMAC também está fazendo um levantamento sobre o funcionamento das unidades em cada dia de greve. O questionário começou a ser distribuído na reunião do Conselho de Representantes de agosto e é peça fundamental para que o Sindicato possa pressionar a negociação com a Prefeitura. Se a sua escola ainda não respondeu, clique aqui para fazer o download e acessar o documento.

    Manter a mobilização para garantir a negociação


    Desde a greve de março, a direção do SISMMAC vem tentando negociar a reposição com a Prefeitura.

    Além de cobrar que a reposição seja garantida a todos os profissionais, essa negociação busca evitar que a Prefeitura repita o calote de 2014. Quem participou da reposição da greve de agosto naquele ano recebeu apenas pelos dias trabalhados, não recebeu as gratificações e demais valores descontados e só teve as faltas abonadas dois anos depois, quando o direito foi garantido a toda a categoria.

    Ação solidária e processo judicial são medidas para enfrentar coletivamente a retaliação da Prefeitura


    O departamento jurídico do SISMMAC ingressou com uma ação na Justiça que reivindica a devolução dos descontos e a retirada das faltas referentes aos dias 28 de abril e 12, 13, 14, 19 e 20, 26 e 27 de junho.

    Além da ação judicial, o Sindicato também está organizando uma Ação Solidária para amenizar o impacto dos descontos da greve. O objetivo da ação é criar uma alternativa para que o magistério possa enfrentar com união as tentativas de retaliação da Prefeitura. Uma iniciativa semelhante foi realizada pelo Sindicato em 2014, como forma de reaver os descontos da greve de agosto daquele ano.

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