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  • Revisão das atribuições das pedagogas é analisada em primeira reunião
    20 | 05 | 2016 - 14:14 Condições de Trabalho

    Revisão das atribuições das pedagogas é analisada em primeira reunião

    Negociação com a Prefeitura definiu mais três reuniões para que a revisão do decreto termine no início do 2º do semestre
    Após quase dois meses de atraso, aconteceu nesta sexta-feira (20) a primeira reunião da comissão paritária responsável por rever o decreto das atribuições e o dimensionamento de pedagogos. A direção do SISMMAC criticou o atraso e cobrou a definição de um cronograma para conclusão dos trabalhos da comissão. Como resposta a essa cobrança, foram definidas as mais três reuniões com o objetivo de concluir os debates no início do próximo semestre.

    Cronograma dos temas que serão debatidos nas próximas reuniões

    • 2 DE JUNHO – Análise das tarefas relacionadas à relação com a família e comunidade; funções correlatas e encaminhamento da metodologia para envolver a categoria no debate da comissão paritária;

    • 15 DE JUNHO – Análise das tarefas relacionadas ao Planejamento e à Avaliação;

    • 4 DE JUNHO – Análise das tarefas relacionadas à Organização do trabalho pedagógico e à Formação Continuada.
    As pedagogas que representam o segmento junto com o SISMMAC também reivindicaram que a administração municipal organize espaços de discussão coletivos para envolver o conjunto do magistério no debate sobre as alterações estudadas na comissão. A proposta construída nesta reunião é de que sejam realizados ao menos dois espaços, um específico para os as pedagogas e pedagogos da rede, e outro geral que envolva também as direções e demais profissionais das unidades. O Departamento de Ensino Fundamental trará para a próxima reunião uma proposta de datas e metodologia para esses encontros, além de apresentar também um mecanismo virtual para que toda a categoria possa acompanhar e opinar sobre as alterações debatidas na comissão.

    Nesta primeira reunião, a comissão deu início à análise das tarefas típicas descritas do Decreto 35/2016 (antigo Decreto 762/2001). As atribuições foram lidas e separadas em eixos que serão debatidos de forma mais aprofundada nas próximas reuniões.

    O debate apontou a necessidade de rever a redação da maioria dos itens para atualizar a concepção tecnicista do trabalho do pedagogo expressa nas tarefas. Nos últimos anos, avançou-se na compreensão de que o pedagogo não pode ser apenas um suporte técnico. Sua principal função é agir como um articulador do trabalho pedagógico e esse avanço precisa estar presente na descrição das tarefas. Também é necessário rever o texto para garantir que a descrição das tarefas contemple a realidade das diferentes áreas de atuação, como a educação infantil e educação especial.

    Funções correlatas

    O fim das funções correlatas, uma das principais reivindicações do segmento, será debatida na reunião marcada para o dia 2 de junho.

    A direção do SISMMAC denunciou que esse termo genérico é usado como desculpa em algumas unidades para cobrar a realização de tarefas que não estão relacionadas com o trabalho pedagógico, como o cuidado com os estudantes no horário de entrada e saída. A administração municipal reconheceu que esse tipo de tarefa não deve ser designado aos pedagogos por ser um desvio de função. Entretanto, apontou como uma necessidade jurídica a manutenção de algum termo amplo que abranja possíveis tarefas que não são citadas detalhadamente no decreto.

    Para o dia 2, a Prefeitura se comprometeu a explicar qual é o entendimento jurídico que defende a inclusão de funções correlatas entre as atribuições dos pedagogos. O SISMMAC também vai consultar o seu departamento jurídico sobre essa necessidade.

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  • 20 | 05 | 2016 - 14:14 Condições de Trabalho
    Revisão das atribuições das pedagogas é analisada em primeira reunião

    Revisão das atribuições das pedagogas é analisada em primeira reunião

    Negociação com a Prefeitura definiu mais três reuniões para que a revisão do decreto termine no início do 2º do semestre
    Após quase dois meses de atraso, aconteceu nesta sexta-feira (20) a primeira reunião da comissão paritária responsável por rever o decreto das atribuições e o dimensionamento de pedagogos. A direção do SISMMAC criticou o atraso e cobrou a definição de um cronograma para conclusão dos trabalhos da comissão. Como resposta a essa cobrança, foram definidas as mais três reuniões com o objetivo de concluir os debates no início do próximo semestre.

    Cronograma dos temas que serão debatidos nas próximas reuniões

    • 2 DE JUNHO – Análise das tarefas relacionadas à relação com a família e comunidade; funções correlatas e encaminhamento da metodologia para envolver a categoria no debate da comissão paritária;

    • 15 DE JUNHO – Análise das tarefas relacionadas ao Planejamento e à Avaliação;

    • 4 DE JUNHO – Análise das tarefas relacionadas à Organização do trabalho pedagógico e à Formação Continuada.
    As pedagogas que representam o segmento junto com o SISMMAC também reivindicaram que a administração municipal organize espaços de discussão coletivos para envolver o conjunto do magistério no debate sobre as alterações estudadas na comissão. A proposta construída nesta reunião é de que sejam realizados ao menos dois espaços, um específico para os as pedagogas e pedagogos da rede, e outro geral que envolva também as direções e demais profissionais das unidades. O Departamento de Ensino Fundamental trará para a próxima reunião uma proposta de datas e metodologia para esses encontros, além de apresentar também um mecanismo virtual para que toda a categoria possa acompanhar e opinar sobre as alterações debatidas na comissão.

    Nesta primeira reunião, a comissão deu início à análise das tarefas típicas descritas do Decreto 35/2016 (antigo Decreto 762/2001). As atribuições foram lidas e separadas em eixos que serão debatidos de forma mais aprofundada nas próximas reuniões.

    O debate apontou a necessidade de rever a redação da maioria dos itens para atualizar a concepção tecnicista do trabalho do pedagogo expressa nas tarefas. Nos últimos anos, avançou-se na compreensão de que o pedagogo não pode ser apenas um suporte técnico. Sua principal função é agir como um articulador do trabalho pedagógico e esse avanço precisa estar presente na descrição das tarefas. Também é necessário rever o texto para garantir que a descrição das tarefas contemple a realidade das diferentes áreas de atuação, como a educação infantil e educação especial.

    Funções correlatas

    O fim das funções correlatas, uma das principais reivindicações do segmento, será debatida na reunião marcada para o dia 2 de junho.

    A direção do SISMMAC denunciou que esse termo genérico é usado como desculpa em algumas unidades para cobrar a realização de tarefas que não estão relacionadas com o trabalho pedagógico, como o cuidado com os estudantes no horário de entrada e saída. A administração municipal reconheceu que esse tipo de tarefa não deve ser designado aos pedagogos por ser um desvio de função. Entretanto, apontou como uma necessidade jurídica a manutenção de algum termo amplo que abranja possíveis tarefas que não são citadas detalhadamente no decreto.

    Para o dia 2, a Prefeitura se comprometeu a explicar qual é o entendimento jurídico que defende a inclusão de funções correlatas entre as atribuições dos pedagogos. O SISMMAC também vai consultar o seu departamento jurídico sobre essa necessidade.

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