Sismac
  • 29 | 04 | 2019 - 11:33 Mobilização

    29 de abril para não esquecer!

    29 de abril para não esquecer!
    Nossa classe foi duramente atacada enquanto lutava em defesa de direitos, nossa lutar precisa continuar

    Bombas de efeito moral, gás lacrimogêneo e balas de borracha. Foi assim que os professores e professoras do estado do Paraná, além de trabalhadores de outras categorias, foram recebidos pelo governo Beto Richa no dia 29 de abril de 2015.

    Mais de 50 mil pessoas lutavam contra as mudanças do regime previdenciário dos trabalhadores do estado, cerca de 200 pessoas ficaram feridas. A ação da polícia militar a comando do então secretário de segurança pública estadual Fernando Francischini (PSL) é até hoje conhecida como uma das ações mais violentas da história de Curitiba.

    Beto Richa fez de tudo para garantir que a mudança na previdência dos servidores estaduais fosse aprovada a qualquer custo. O cenário armado no Centro Cívico foi de guerra. Esse projeto permitiu que o governo retirasse cerca de R$ 1,5 bilhão da conta dos servidores, o rombo hoje chega a R$ 6,7 bilhões. A medida colocou em risco a aposentadoria de milhares de trabalhadores

    O dia 29 da abril de 2015 entrou para a história da luta pela educação. Infelizmente, este não foi o único dia de luta marcado pela violência. Outro momento que jamais será esquecido pelos trabalhadores foi o dia 26 de agosto de 2017, quando os servidores públicos de Curitiba também sofreram com o autoritarismo da gestão Greca, na aprovação do pacotaço. A votação aconteceu na Ópera de Arame e a polícia militar e a bancada do tratoraço utilizaram todos os artifícios possíveis para impedir que os servidores chegassem até o local de votação.

    Resgatar a memória desse e de outros episódios se faz necessário ano após ano. Não podemos esquecer daqueles que lutaram e dos que ainda lutam por um serviço público de qualidade e pela manutenção dos direitos trabalhistas.

    A luta não acaba por aqui!

    No dia 1º de maio vamos juntos relembrar e homenagear os lutadores que resistiram com mobilização aos ataques impostos pelos governos e patrões. Essa data deve ser marcada como um dia de protestos, no qual os trabalhadores relembram a luta e a conquista de seus direitos. Aqui em Curitiba, vamos nos reunir a partir das 8h, na Vila Torres (Rua Baltazar Carrasco dos Reis, 698).

    Vamos nos manifestar contra a Reforma da Previdência e os demais ataques que o governo Bolsonaro tem colocado para os trabalhadores.

    É momento de união entre as mais diversas categorias, para fortalecermos a luta cotidiana e mostrar nossa indignação. Não podemos e não iremos aceitar que nos tirem nenhum direito! Firmes!

  • 29 | 04 | 2019 - 11:33 Mobilização

    29 de abril para não esquecer!

    29 de abril para não esquecer!
    Nossa classe foi duramente atacada enquanto lutava em defesa de direitos, nossa lutar precisa continuar

    Bombas de efeito moral, gás lacrimogêneo e balas de borracha. Foi assim que os professores e professoras do estado do Paraná, além de trabalhadores de outras categorias, foram recebidos pelo governo Beto Richa no dia 29 de abril de 2015.

    Mais de 50 mil pessoas lutavam contra as mudanças do regime previdenciário dos trabalhadores do estado, cerca de 200 pessoas ficaram feridas. A ação da polícia militar a comando do então secretário de segurança pública estadual Fernando Francischini (PSL) é até hoje conhecida como uma das ações mais violentas da história de Curitiba.

    Beto Richa fez de tudo para garantir que a mudança na previdência dos servidores estaduais fosse aprovada a qualquer custo. O cenário armado no Centro Cívico foi de guerra. Esse projeto permitiu que o governo retirasse cerca de R$ 1,5 bilhão da conta dos servidores, o rombo hoje chega a R$ 6,7 bilhões. A medida colocou em risco a aposentadoria de milhares de trabalhadores

    O dia 29 da abril de 2015 entrou para a história da luta pela educação. Infelizmente, este não foi o único dia de luta marcado pela violência. Outro momento que jamais será esquecido pelos trabalhadores foi o dia 26 de agosto de 2017, quando os servidores públicos de Curitiba também sofreram com o autoritarismo da gestão Greca, na aprovação do pacotaço. A votação aconteceu na Ópera de Arame e a polícia militar e a bancada do tratoraço utilizaram todos os artifícios possíveis para impedir que os servidores chegassem até o local de votação.

    Resgatar a memória desse e de outros episódios se faz necessário ano após ano. Não podemos esquecer daqueles que lutaram e dos que ainda lutam por um serviço público de qualidade e pela manutenção dos direitos trabalhistas.

    A luta não acaba por aqui!

    No dia 1º de maio vamos juntos relembrar e homenagear os lutadores que resistiram com mobilização aos ataques impostos pelos governos e patrões. Essa data deve ser marcada como um dia de protestos, no qual os trabalhadores relembram a luta e a conquista de seus direitos. Aqui em Curitiba, vamos nos reunir a partir das 8h, na Vila Torres (Rua Baltazar Carrasco dos Reis, 698).

    Vamos nos manifestar contra a Reforma da Previdência e os demais ataques que o governo Bolsonaro tem colocado para os trabalhadores.

    É momento de união entre as mais diversas categorias, para fortalecermos a luta cotidiana e mostrar nossa indignação. Não podemos e não iremos aceitar que nos tirem nenhum direito! Firmes!

Rua Nunes Machado, 1644, Rebouças – Curitiba / PR, CEP. 80.220-070 - Fone/Fax.: (41) 3225-6729

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