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  • Magistério reforça ações de união do mês de junho
    Ilustração: Ctrl S Comunicação
    13 | 06 | 2018 - 11:48 Mobilização

    Magistério reforça ações de união do mês de junho

    Para vencer tempos difíceis, categoria aposta no reforça da união com demais servidores e com a população trabalhadora

    Está difícil para todos nós. Custo de vida aumentando, salários e planos congelados há 2 anos, condições de trabalho no limite e o pedagógico cada vez mais comprometido com esse processo de desmonte da educação pública na gestão Greca.

    Operação tapa buraco na educação

    - Retirada dos professores de educação física do integral, sobrecarregando os demais professores para atender essa demanda.

    - Retirada dos professores tutores dos alunos de inclusão. Foram substituídos por estagiários que não estão estagiando, mas sim trabalhando e em área de grande especialização.

    - Empurra para as escolas os ‘prés-únicos’, com crianças de 3 e 4 anos e turmas de 25 a 30 alunos para um professor.
    Contratações insuficientes

    Foram nomeados cerca de 500 professores agora em maio. A falta, admitida pela própria Prefeitura até então, era de mais de 1500 professores. Por isso, agora em junho completamos mais de 500 dias trabalhando com a falta de mais de 1.000 professores na rede.

    Tudo isso piora a qualidade da educação!

    A UNIÃO DOS TRABALHADORES É A SAÍDA

    União da escola

    Fortalecer nossa união como professores na escola. Todo esse desmonte da educação, realizado pela gestão Greca, piora e muito o pedagógico na escola.

    É preciso construir essa união através de ações de levantamento e denúncias dos problemas que enfrentamos diariamente em cada unidade.

    AÇÕES PARA UNIR EM JUNHO: Preencher o cartaz com as faltas de profissionais da escola, colocar um na sala dos professores e um em frente à unidade para que a comunidade saiba.

    União da categoria

    Fortalecer nossa união como categoria.Somos mais de 10 mil professores, que passam pelos mesmos problemas. É hora de retomar nossa união através de organização e mobilizações.

    AÇÕES PARA UNIR EM JUNHO: Dia 26, teremos atos e manifestações contra as consequências do “pacotaço”, que fará um ano desde a votação na Opera de Arame. Participe da assembleia do dia 21, que decidirá como nos manifestaremos nesse dia.

    União com os demais servidores

    A educação infantil, saúde, assistência social, segurança, abastecimento e demais direitos passam pelo mesmo processo de desmonte do que nós.

    É preciso fortalecer a união como serviço público que atende os direitos sociais dos demais trabalhadores da cidade.

    Faltam profissionais em todas essas áreas e todos os planos de carreiras e salários estão congelados.

    AÇÕES PARA UNIR EM JUNHO: Construção conjunta do ato do dia 26 contra as consequências do “pacotaço”.

    União com a comunidade

    O desmonte do serviço público é o desmonte dos direitos sociais das comunidades trabalhadoras que atendemos.

    Um povo trabalhador com pouca educação é mais fácil de dominar.Sem saúde e demais direitos sociais também.

    Precisamos fortalecer a união dos trabalhadores: do serviço público com os demais trabalhadores que dependem desses direitos.

    AÇÕES PARA UNIR EM JUNHO: Panfletagens com coleta de abaixo-assinado exigindo prioridade para educação, saúde e demais direitos sociais no orçamento da cidade. A Lei que regula o orçamento da cidade para 2019 ainda está em processo de construção e aprovação.

    A Prefeitura afirma que 331 pessoas participaram de suas consultas sobre o orçamento, e entre as principais reivindicações estão pavimentação e asfalto.

    Mas será que essa é mesma a maior necessidade da população? Os dados apresentados pela administração na pesquisa não representam nem 0,2% da opinião curitibana, o que torna esses números tendenciosos ao que é realmente indispensável aos trabalhadores e trabalhadoras! Vamos então mostrar nossa força e levar milhares de assinaturas para cobrar que os direitos sociais sejam prioridade.


    Matéria publicada na edição de junho do jornal Diário de Classe
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  • 13 | 06 | 2018 - 11:48 Mobilização
    Magistério reforça ações de união do mês de junho
    Ilustração: Ctrl S Comunicação

    Magistério reforça ações de união do mês de junho

    Para vencer tempos difíceis, categoria aposta no reforça da união com demais servidores e com a população trabalhadora

    Está difícil para todos nós. Custo de vida aumentando, salários e planos congelados há 2 anos, condições de trabalho no limite e o pedagógico cada vez mais comprometido com esse processo de desmonte da educação pública na gestão Greca.

    Operação tapa buraco na educação

    - Retirada dos professores de educação física do integral, sobrecarregando os demais professores para atender essa demanda.

    - Retirada dos professores tutores dos alunos de inclusão. Foram substituídos por estagiários que não estão estagiando, mas sim trabalhando e em área de grande especialização.

    - Empurra para as escolas os ‘prés-únicos’, com crianças de 3 e 4 anos e turmas de 25 a 30 alunos para um professor.
    Contratações insuficientes

    Foram nomeados cerca de 500 professores agora em maio. A falta, admitida pela própria Prefeitura até então, era de mais de 1500 professores. Por isso, agora em junho completamos mais de 500 dias trabalhando com a falta de mais de 1.000 professores na rede.

    Tudo isso piora a qualidade da educação!

    A UNIÃO DOS TRABALHADORES É A SAÍDA

    União da escola

    Fortalecer nossa união como professores na escola. Todo esse desmonte da educação, realizado pela gestão Greca, piora e muito o pedagógico na escola.

    É preciso construir essa união através de ações de levantamento e denúncias dos problemas que enfrentamos diariamente em cada unidade.

    AÇÕES PARA UNIR EM JUNHO: Preencher o cartaz com as faltas de profissionais da escola, colocar um na sala dos professores e um em frente à unidade para que a comunidade saiba.

    União da categoria

    Fortalecer nossa união como categoria.Somos mais de 10 mil professores, que passam pelos mesmos problemas. É hora de retomar nossa união através de organização e mobilizações.

    AÇÕES PARA UNIR EM JUNHO: Dia 26, teremos atos e manifestações contra as consequências do “pacotaço”, que fará um ano desde a votação na Opera de Arame. Participe da assembleia do dia 21, que decidirá como nos manifestaremos nesse dia.

    União com os demais servidores

    A educação infantil, saúde, assistência social, segurança, abastecimento e demais direitos passam pelo mesmo processo de desmonte do que nós.

    É preciso fortalecer a união como serviço público que atende os direitos sociais dos demais trabalhadores da cidade.

    Faltam profissionais em todas essas áreas e todos os planos de carreiras e salários estão congelados.

    AÇÕES PARA UNIR EM JUNHO: Construção conjunta do ato do dia 26 contra as consequências do “pacotaço”.

    União com a comunidade

    O desmonte do serviço público é o desmonte dos direitos sociais das comunidades trabalhadoras que atendemos.

    Um povo trabalhador com pouca educação é mais fácil de dominar.Sem saúde e demais direitos sociais também.

    Precisamos fortalecer a união dos trabalhadores: do serviço público com os demais trabalhadores que dependem desses direitos.

    AÇÕES PARA UNIR EM JUNHO: Panfletagens com coleta de abaixo-assinado exigindo prioridade para educação, saúde e demais direitos sociais no orçamento da cidade. A Lei que regula o orçamento da cidade para 2019 ainda está em processo de construção e aprovação.

    A Prefeitura afirma que 331 pessoas participaram de suas consultas sobre o orçamento, e entre as principais reivindicações estão pavimentação e asfalto.

    Mas será que essa é mesma a maior necessidade da população? Os dados apresentados pela administração na pesquisa não representam nem 0,2% da opinião curitibana, o que torna esses números tendenciosos ao que é realmente indispensável aos trabalhadores e trabalhadoras! Vamos então mostrar nossa força e levar milhares de assinaturas para cobrar que os direitos sociais sejam prioridade.


    Matéria publicada na edição de junho do jornal Diário de Classe

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