Sismac
  • 22 | 02 | 2016 - 17:03 Condições de Trabalho

    Comunidade escolar convive com potenciais focos do mosquito da dengue

    Comunidade escolar convive com potenciais focos do mosquito da dengue
    UEI abandonada próxima à E. M. Mansur Guérios pode se transformar em potencial foco do aedes aegypti
    Discurso da Prefeitura contra aedes aegypti precisa se transformar em prática da gestão Fruet nas escolas

    A comunidade da Escola Municipal Mansur Guérios está preocupada com os focos das larvas do Aedes aegypti, mosquito que pode transmitir dengue, zika vírus e febre chikungunya. Isso porque em frente à escola há um terreno que está abandonado há mais de um ano e é um prato cheio para o mosquito. O terreno, onde deveria funcionar a Unidade de Educação Integral (UEI) da E. M. Mansur Guérios, é de responsabilidade da Prefeitura de Curitiba.

    Em visita à Escola na manhã desta segunda-feira (22), a direção do SISMMAC registrou em fotos a situação de abandono e risco do terreno, que tem servido como depósito de lixo e acúmulo de água. As alunas e alunos do Mansur convivem diariamente com esse risco, basta atravessar a rua para alcançar o terreno e, nos momentos de entrada e saída dos estudantes, quando a aglomeração de pessoas é ainda maior, é inevitável não se aproximar do local.

    Para além do risco relacionado ao mosquito da dengue, o local exala um odor forte, que pode ser sentido por qualquer pessoa que passa pelos arredores, e tem a sua estrutura depredada constantemente.

    A administração municipal da cidade tem promovido a campanha Curitiba contra a dengue, entretanto, é possível encontrar o foco do mosquito num terreno de responsabilidade da própria Prefeitura. A comunidade do entorno da Escola Municipal Mansur Guérios reivindica que a gestão Gustavo Fruet, que convoca toda a população para ser um agente contra o Aedes aegypti, também se comporte como um agente contra o mosquito. Pois, se um terreno que a própria Prefeitura deveria zelar e proteger, tem funcionado com um potencial criadouro do Aedes aegypti, o que podemos esperar dos demais locais da cidade?

    E nós sabemos que esse problema não se restringe apenas à realidade da Escola Municipal Mansur Guérios. Enquanto a Secretaria Municipal da Educação (SME) e os núcleos regionais determinaram que as professoras e professores da rede devem fomentar a campanha contra a dengue com os estudantes, as próprias escolas podem ser potenciais focos da larva do mosquito, principalmente, depois de dias de chuva como esse.

    A Escola Municipal CEI do Expedicionário sofre com alagamentos há anos. Em dias como o de hoje, que chove sem parar, a cancha de areia não dá conta de absorver a água e as poças podem ser vistas por dias no pátio da escola. O mesmo ocorre com o parquinho da unidade.

    A escola recebeu a visita de técnicos da Prefeitura em 2015, mas nada foi feito à respeito e a unidade não obteve nenhum tipo de resposta da administração municipal.

    Na próxima semana, haverá assembleia de pais na escola. Entre os pontos a serem discutidos no encontro, está a mobilização da comunidade escolar para pressionar a Prefeitura a fazer algo a respeito dos constantes alagamentos sofridos pela escola.

    Se a sua escola está passando por uma situação parecida, converse com as mães, pais e responsáveis dos alunos e organize uma mobilização com o conjunto da comunidade escolar! Vamos juntos combater o Aedes aegypti e fazer com que a Prefeitura faça a sua parte!

  • 22 | 02 | 2016 - 17:03 Condições de Trabalho

    Comunidade escolar convive com potenciais focos do mosquito da dengue

    Comunidade escolar convive com potenciais focos do mosquito da dengue
    UEI abandonada próxima à E. M. Mansur Guérios pode se transformar em potencial foco do aedes aegypti
    Discurso da Prefeitura contra aedes aegypti precisa se transformar em prática da gestão Fruet nas escolas

    A comunidade da Escola Municipal Mansur Guérios está preocupada com os focos das larvas do Aedes aegypti, mosquito que pode transmitir dengue, zika vírus e febre chikungunya. Isso porque em frente à escola há um terreno que está abandonado há mais de um ano e é um prato cheio para o mosquito. O terreno, onde deveria funcionar a Unidade de Educação Integral (UEI) da E. M. Mansur Guérios, é de responsabilidade da Prefeitura de Curitiba.

    Em visita à Escola na manhã desta segunda-feira (22), a direção do SISMMAC registrou em fotos a situação de abandono e risco do terreno, que tem servido como depósito de lixo e acúmulo de água. As alunas e alunos do Mansur convivem diariamente com esse risco, basta atravessar a rua para alcançar o terreno e, nos momentos de entrada e saída dos estudantes, quando a aglomeração de pessoas é ainda maior, é inevitável não se aproximar do local.

    Para além do risco relacionado ao mosquito da dengue, o local exala um odor forte, que pode ser sentido por qualquer pessoa que passa pelos arredores, e tem a sua estrutura depredada constantemente.

    A administração municipal da cidade tem promovido a campanha Curitiba contra a dengue, entretanto, é possível encontrar o foco do mosquito num terreno de responsabilidade da própria Prefeitura. A comunidade do entorno da Escola Municipal Mansur Guérios reivindica que a gestão Gustavo Fruet, que convoca toda a população para ser um agente contra o Aedes aegypti, também se comporte como um agente contra o mosquito. Pois, se um terreno que a própria Prefeitura deveria zelar e proteger, tem funcionado com um potencial criadouro do Aedes aegypti, o que podemos esperar dos demais locais da cidade?

    E nós sabemos que esse problema não se restringe apenas à realidade da Escola Municipal Mansur Guérios. Enquanto a Secretaria Municipal da Educação (SME) e os núcleos regionais determinaram que as professoras e professores da rede devem fomentar a campanha contra a dengue com os estudantes, as próprias escolas podem ser potenciais focos da larva do mosquito, principalmente, depois de dias de chuva como esse.

    A Escola Municipal CEI do Expedicionário sofre com alagamentos há anos. Em dias como o de hoje, que chove sem parar, a cancha de areia não dá conta de absorver a água e as poças podem ser vistas por dias no pátio da escola. O mesmo ocorre com o parquinho da unidade.

    A escola recebeu a visita de técnicos da Prefeitura em 2015, mas nada foi feito à respeito e a unidade não obteve nenhum tipo de resposta da administração municipal.

    Na próxima semana, haverá assembleia de pais na escola. Entre os pontos a serem discutidos no encontro, está a mobilização da comunidade escolar para pressionar a Prefeitura a fazer algo a respeito dos constantes alagamentos sofridos pela escola.

    Se a sua escola está passando por uma situação parecida, converse com as mães, pais e responsáveis dos alunos e organize uma mobilização com o conjunto da comunidade escolar! Vamos juntos combater o Aedes aegypti e fazer com que a Prefeitura faça a sua parte!

Rua Nunes Machado, 1644, Rebouças – Curitiba / PR, CEP. 80.220-070 - Fone/Fax.: (41) 3225-6729

DOHMS