Sismac

Notícias | Saúde

Imprimir
  • Novo local da perícia não tem estrutura para atender servidores
    11 | 11 | 2013 - 16:52 Saúde

    Novo local da perícia não tem estrutura para atender servidores

    Elevadores não funcionam e trabalhadores têm que subir quatro andares para serem atendidos

    Nessa segunda-feira (11), ao se dirigirem para o novo local onde as perícias estão sendo realizadas, os servidores municipais tiveram uma surpresa: o acesso ao atendimento e consultórios médicos, no quarto andar, só era possível pelas escadas. O elevador não está funcionando e não há rampas para acessibilidade de deficientes físicos.

    A partir de hoje, as perícias serão realizadas na antiga sede da Secretaria Municipal do Esporte, Lazer e Juventude (SMELJ), entretanto, além de não existir nenhuma identificação de que as perícias são realizadas ali, o local não foi adequado para receber servidores municipais que tenham dificuldade de locomoção, deficientes físicos, mães com carrinhos de bebê, entre outros.

    Logo na entrada, havia uma servidora pública com um andador que não conseguiu entrar para fazer a sua perícia. Ela ficou esperando sob o sol por cerca de uma hora até que lhe fosse entregue um documento que dizia que poderia retornar na sexta-feira. Pouco tempo depois, foi a vez de uma professora da rede municipal não conseguir ser atendida, pois estava com o pé enfaixado e não tinha condições de subir as escadas.

    A Prefeitura exige que os trabalhadores do município passem pela perícia, porém, não oferece condições e infraestrutura para isso. Nos andares superiores, a fila de espera tinha mais de 150 trabalhadores. Servidores municipais recém operados tiveram que subir quatro lances de escadas para conseguir se consultar.

    Para a professora Janaína Rosa Branco, da Escola Municipal CEI Carlos Drummond, a administração municipal deveria ter realizado uma reforma e deixado o ambiente apto para receber os servidores antes da mudança. “Outro problema é a demora no atendimento devido à falta de profissionais, são apenas três atendentes para dar conta de toda a fila”.

    A professora Rejane Azevedo, da Escola Municipal Dona Pompilia, que estava com crise de labirintite, acredita que a falta de infraestrutura da perícia é a expressão do descaso completo que a Prefeitura tem com os trabalhadores. “Eu deveria estar em repouso, mas estou passando por isso. O prefeito não está preocupado com os servidores”.

    As péssimas condições de trabalho contribuem para o aumento do adoecimento da categoria que, ao procurar os serviços de saúde, não recebe o atendimento adequado.

    Há muito que a administração municipal sabia que precisaria mudar a perícia para outro local, entretanto, não foi capaz de adequar o novo local para deficientes físicos, pessoas recém operadas e com problemas para se locomover. A saúde dos trabalhadores municipais não pode ser tratada com esse descaso!

    Vamos mostrar a nossa força denunciando a situação que a perícia se encontra pelo 156.
     

  • 11 | 11 | 2013 - 16:52 Saúde
    Novo local da perícia não tem estrutura para atender servidores

    Novo local da perícia não tem estrutura para atender servidores

    Elevadores não funcionam e trabalhadores têm que subir quatro andares para serem atendidos

    Nessa segunda-feira (11), ao se dirigirem para o novo local onde as perícias estão sendo realizadas, os servidores municipais tiveram uma surpresa: o acesso ao atendimento e consultórios médicos, no quarto andar, só era possível pelas escadas. O elevador não está funcionando e não há rampas para acessibilidade de deficientes físicos.

    A partir de hoje, as perícias serão realizadas na antiga sede da Secretaria Municipal do Esporte, Lazer e Juventude (SMELJ), entretanto, além de não existir nenhuma identificação de que as perícias são realizadas ali, o local não foi adequado para receber servidores municipais que tenham dificuldade de locomoção, deficientes físicos, mães com carrinhos de bebê, entre outros.

    Logo na entrada, havia uma servidora pública com um andador que não conseguiu entrar para fazer a sua perícia. Ela ficou esperando sob o sol por cerca de uma hora até que lhe fosse entregue um documento que dizia que poderia retornar na sexta-feira. Pouco tempo depois, foi a vez de uma professora da rede municipal não conseguir ser atendida, pois estava com o pé enfaixado e não tinha condições de subir as escadas.

    A Prefeitura exige que os trabalhadores do município passem pela perícia, porém, não oferece condições e infraestrutura para isso. Nos andares superiores, a fila de espera tinha mais de 150 trabalhadores. Servidores municipais recém operados tiveram que subir quatro lances de escadas para conseguir se consultar.

    Para a professora Janaína Rosa Branco, da Escola Municipal CEI Carlos Drummond, a administração municipal deveria ter realizado uma reforma e deixado o ambiente apto para receber os servidores antes da mudança. “Outro problema é a demora no atendimento devido à falta de profissionais, são apenas três atendentes para dar conta de toda a fila”.

    A professora Rejane Azevedo, da Escola Municipal Dona Pompilia, que estava com crise de labirintite, acredita que a falta de infraestrutura da perícia é a expressão do descaso completo que a Prefeitura tem com os trabalhadores. “Eu deveria estar em repouso, mas estou passando por isso. O prefeito não está preocupado com os servidores”.

    As péssimas condições de trabalho contribuem para o aumento do adoecimento da categoria que, ao procurar os serviços de saúde, não recebe o atendimento adequado.

    Há muito que a administração municipal sabia que precisaria mudar a perícia para outro local, entretanto, não foi capaz de adequar o novo local para deficientes físicos, pessoas recém operadas e com problemas para se locomover. A saúde dos trabalhadores municipais não pode ser tratada com esse descaso!

    Vamos mostrar a nossa força denunciando a situação que a perícia se encontra pelo 156.
     

Rua Nunes Machado, 1644, Rebouças – Curitiba / PR, CEP. 80.220-070 - Fone/Fax.: (41) 3225-6729

DOHMS