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  • Medidas “tapa buraco” unem magistério na luta por contratação
    17 | 04 | 2018 - 17:55 Condições de Trabalho

    Medidas “tapa buraco” unem magistério na luta por contratação

    Sem contratar professores, a Prefeitura sobrecarrega quem está o no chão da escola e piora as condições de trabalho

    Ao longo do último mês, o SISMMAC realizou reuniões com diretores de escola, professores de educação física e do 6oao 9o ano para discutir problemas enfrentados por esses profissionais. Esses encontros evidenciaram o aumento do desgaste do magistério e definiram ações de mobilização com o objetivo de pressionar a administração Greca a resolver os problemas enfrentados nas unidades.

    Educação Integral

    A retirada do professor de educação física das práticas de movimento foi um grande retrocesso para a educação integral. A medida bagunçou toda a organização das unidades e fez com que professores docência I assumissem essas oficinas para tapar buraco. Outras atividades ficaram descobertas, principalmente na corregência.

    Muitas escolas perderam oficinas e projetos importantes que eram desenvolvidos junto com a comunidade e traziam melhoras concretas para a educação das filhas e filhos dos trabalhadores.

    Educação infantil

    As turmas de pré que estão nas escolas sofrem com a superlotação. As unidades que ofertam ensino integral chegam a contar com turmas de pré com mais de 30 alunos em idades diferentes. Para além disso, a estrutura da escola não é adequada para a idade e o ensino para essas crianças não está estruturado. Nessa situação, os professores de educação física, muitas vezes, acabam por remediar a situação devido à falta de profissionais.

    6º ao 9º ano

    A falta de profissionais docência II e a consequente sobrecarga é alarmante nas escolas da rede que ofertam as séries finais. A retirada do dia sem vínculo continua como uma constante ameaça da administração e a reivindicação para mudar a jornada de hora-relógio para hora-aula não é nem ao menos ouvida pela Secretaria Municipal de Educação.

    Matéria publicada na edição de abril do jornal Diário de Classe
  • 17 | 04 | 2018 - 17:55 Condições de Trabalho
    Medidas “tapa buraco” unem magistério na luta por contratação

    Medidas “tapa buraco” unem magistério na luta por contratação

    Sem contratar professores, a Prefeitura sobrecarrega quem está o no chão da escola e piora as condições de trabalho

    Ao longo do último mês, o SISMMAC realizou reuniões com diretores de escola, professores de educação física e do 6oao 9o ano para discutir problemas enfrentados por esses profissionais. Esses encontros evidenciaram o aumento do desgaste do magistério e definiram ações de mobilização com o objetivo de pressionar a administração Greca a resolver os problemas enfrentados nas unidades.

    Educação Integral

    A retirada do professor de educação física das práticas de movimento foi um grande retrocesso para a educação integral. A medida bagunçou toda a organização das unidades e fez com que professores docência I assumissem essas oficinas para tapar buraco. Outras atividades ficaram descobertas, principalmente na corregência.

    Muitas escolas perderam oficinas e projetos importantes que eram desenvolvidos junto com a comunidade e traziam melhoras concretas para a educação das filhas e filhos dos trabalhadores.

    Educação infantil

    As turmas de pré que estão nas escolas sofrem com a superlotação. As unidades que ofertam ensino integral chegam a contar com turmas de pré com mais de 30 alunos em idades diferentes. Para além disso, a estrutura da escola não é adequada para a idade e o ensino para essas crianças não está estruturado. Nessa situação, os professores de educação física, muitas vezes, acabam por remediar a situação devido à falta de profissionais.

    6º ao 9º ano

    A falta de profissionais docência II e a consequente sobrecarga é alarmante nas escolas da rede que ofertam as séries finais. A retirada do dia sem vínculo continua como uma constante ameaça da administração e a reivindicação para mudar a jornada de hora-relógio para hora-aula não é nem ao menos ouvida pela Secretaria Municipal de Educação.

    Matéria publicada na edição de abril do jornal Diário de Classe

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