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  • Assembleia na volta das aulas decidirá sobre greve contra cortes
    Em reunião no dia 8 de julho, magistério propôs ações de mobilização para impedir cortes na educação
    11 | 07 | 2016 - 10:52 Condições de Trabalho

    Assembleia na volta das aulas decidirá sobre greve contra cortes

    Mobilização começa no recesso para preparar um ato no dia 25 de julho e uma grande assembleia no dia 2 de agosto

    Na véspera do recesso, as professoras e professores de Curitiba foram surpreendidos com o anúncio de medidas que representam um verdadeiro desmonte da educação. A Prefeitura pretende fechar cerca de 15 classes especiais e quer tirar das escolas integrais os profissionais que cumprem a função de articuladores. Além disso, não há previsão de contratação dos aprovados no concurso e a Prefeitura também cortou contratos temporários dos professores que atuam como apoio nos Centros Municipais de Atenção Especializada (CMAEs) e dos que atuam nas bibliotecas como agentes de leitura. Tudo isso sem aviso prévio e sem diálogo com os trabalhadores da educação.

    Essas medidas fazem parte de um projeto da Prefeitura para adiar ainda mais a necessária contratação de professores. São cortes feitos para que as escolas e demais unidades de ensino continuem funcionando com menos trabalhadores, o que aumenta a sobrecarga de trabalho e piora a qualidade da educação que é ofertada para as crianças. O magistério já está se mobilizando para impedir esses ataques. A mobilização começa agora durante o recesso e vai crescer no retorno do semestre letivo.

    No dia 25 de julho, véspera do retorno das aulas, vamos nos manifestar em frente à Prefeitura para denunciar esses ataques que colocam em risco o funcionamento das unidades no segundo semestre. Convide os colegas e venha participar conosco da manifestação que terá início às 15h, com um café da tarde.

    No dia 2 de agosto, o magistério se reunirá em assembleia para decidir sobre a início de uma greve contra os cortes na educação.

    Se a Prefeitura não rever essas medidas, não há como garantir o retorno das aulas. A falta de professoras e professores, que já é alarmante, será agravada ainda mais com o corte de contratações temporárias. Segundo levantamento realizado pelo SISMMAC, são cerca de 590 vagas efetivas que precisam ser substituídas urgentemente com a convocação dos aprovados nos concursos de Docência I e Docência II.

    Junte-se a luta em defesa da educação!

    • 11 a 25 de julho – Denúncia de todos os ataques à educação via redes sociais e imprensa.

    • 25 de julho (segunda-feira) – Café da tarde em frente à Prefeitura para denunciar que a volta às aulas está ameaçada pelos ataques da administração municipal. A partir das 15h.

    • 25 de julho a 2 de agosto – Distribuição de jornal e mobilização do magistériopara a assembleia do dia 2.

    • 2 de agosto (terça-feira) - ASSEMBLEIA COM INDICATIVO DE GREVE. Às 18h30 em primeira chamada e às 19h em segunda chamada.

    • 10 de agosto (quarta-feira) – Conselho de Representantes.
    Mobilização começa no recesso

    Até o retorno das aulas, nossa mobilização será intensa com denúncias nas redes sociais e na imprensa. Avise os colegas e ajude a informar a população sobre os cortes que o prefeito Gustavo Fruet pretende fazer na educação.

    Na campanha eleitoral que o elegeu, Fruet afirmou que a educação seria sua “menina dos olhos” e prometeu ampliar o investimento na área. Durante a gestão, entretanto, a prática foi contrária a esse discurso. Fruet é o prefeito que investiu os menores percentuais em educação dos últimos 10 anos.

    Não podemos aceitar que usem a crise econômica como desculpa para cortar investimentos na educação! Vamos à luta em defesa da qualidade da educação e de nossas condições de trabalho! A conta da crise não é nossa!

  • 11 | 07 | 2016 - 10:52 Condições de Trabalho
    Assembleia na volta das aulas decidirá sobre greve contra cortes
    Em reunião no dia 8 de julho, magistério propôs ações de mobilização para impedir cortes na educação

    Assembleia na volta das aulas decidirá sobre greve contra cortes

    Mobilização começa no recesso para preparar um ato no dia 25 de julho e uma grande assembleia no dia 2 de agosto

    Na véspera do recesso, as professoras e professores de Curitiba foram surpreendidos com o anúncio de medidas que representam um verdadeiro desmonte da educação. A Prefeitura pretende fechar cerca de 15 classes especiais e quer tirar das escolas integrais os profissionais que cumprem a função de articuladores. Além disso, não há previsão de contratação dos aprovados no concurso e a Prefeitura também cortou contratos temporários dos professores que atuam como apoio nos Centros Municipais de Atenção Especializada (CMAEs) e dos que atuam nas bibliotecas como agentes de leitura. Tudo isso sem aviso prévio e sem diálogo com os trabalhadores da educação.

    Essas medidas fazem parte de um projeto da Prefeitura para adiar ainda mais a necessária contratação de professores. São cortes feitos para que as escolas e demais unidades de ensino continuem funcionando com menos trabalhadores, o que aumenta a sobrecarga de trabalho e piora a qualidade da educação que é ofertada para as crianças. O magistério já está se mobilizando para impedir esses ataques. A mobilização começa agora durante o recesso e vai crescer no retorno do semestre letivo.

    No dia 25 de julho, véspera do retorno das aulas, vamos nos manifestar em frente à Prefeitura para denunciar esses ataques que colocam em risco o funcionamento das unidades no segundo semestre. Convide os colegas e venha participar conosco da manifestação que terá início às 15h, com um café da tarde.

    No dia 2 de agosto, o magistério se reunirá em assembleia para decidir sobre a início de uma greve contra os cortes na educação.

    Se a Prefeitura não rever essas medidas, não há como garantir o retorno das aulas. A falta de professoras e professores, que já é alarmante, será agravada ainda mais com o corte de contratações temporárias. Segundo levantamento realizado pelo SISMMAC, são cerca de 590 vagas efetivas que precisam ser substituídas urgentemente com a convocação dos aprovados nos concursos de Docência I e Docência II.

    Junte-se a luta em defesa da educação!

    • 11 a 25 de julho – Denúncia de todos os ataques à educação via redes sociais e imprensa.

    • 25 de julho (segunda-feira) – Café da tarde em frente à Prefeitura para denunciar que a volta às aulas está ameaçada pelos ataques da administração municipal. A partir das 15h.

    • 25 de julho a 2 de agosto – Distribuição de jornal e mobilização do magistériopara a assembleia do dia 2.

    • 2 de agosto (terça-feira) - ASSEMBLEIA COM INDICATIVO DE GREVE. Às 18h30 em primeira chamada e às 19h em segunda chamada.

    • 10 de agosto (quarta-feira) – Conselho de Representantes.
    Mobilização começa no recesso

    Até o retorno das aulas, nossa mobilização será intensa com denúncias nas redes sociais e na imprensa. Avise os colegas e ajude a informar a população sobre os cortes que o prefeito Gustavo Fruet pretende fazer na educação.

    Na campanha eleitoral que o elegeu, Fruet afirmou que a educação seria sua “menina dos olhos” e prometeu ampliar o investimento na área. Durante a gestão, entretanto, a prática foi contrária a esse discurso. Fruet é o prefeito que investiu os menores percentuais em educação dos últimos 10 anos.

    Não podemos aceitar que usem a crise econômica como desculpa para cortar investimentos na educação! Vamos à luta em defesa da qualidade da educação e de nossas condições de trabalho! A conta da crise não é nossa!

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