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  • Nota de solidariedade aos estudantes que sofrem perseguição política
    21 | 09 | 2018 - 14:22 Além dos muros da escola

    Nota de solidariedade aos estudantes que sofrem perseguição política

    A ocupação é um instrumento legítimo daqueles que lutam contra os ataques aos direitos conquistados
    A direção do SISMMAC se solidariza com os estudantes da Universidade Federal do Paraná (UFPR) que estão sofrendo perseguição política por parte da instituição devido à ocupação de 2015.

    Uma conciliação para a extinção do processo já foi solicitada pelos estudantes junto a Advocacia Geral da União, entretanto, até o momento, não houve resposta. E os estudantes reivindicam que a administração da Universidade se posicione o quanto antes, caso contrário, os envolvidos no processo poderão ter que pagar um valor de R$ 473 mil por lutarem por seus direitos.

    Desde a campanha eleitoral, o atual reitor, Ricardo Marcelo, afirma que é contra a criminalização do movimento estudantil, entretanto, nunca trouxe a público essa posição. Entretanto, se essa é mesmo a vontade política do atual reitor, agora é a hora!

    Entenda o cenário no qual a ocupação ocorreu

    Em 2015, o movimento estudantil da UFPR estava mobilizado contra uma série de cortes sofridos pela educação pública federal. Mas, também haviam reivindicações locais contra o aumento do Restaurante Universitário, corte de bolsas, pela abertura das contas da Universidade, além de várias pautas relacionadas à estrutura, como acessibilidade e iluminação.

    O rompimento das negociações com a Reitoria, na época, levou os estudantes a ocuparem a UFPR. O movimento estudantil elegeu uma comissão para negociar com o então reitor, Zaki Akel Sobrinho, e a Reitoria se comprometeu a atender a pauta estudantil. Entretanto, apenas a reivindicação relacionada ao congelamento do valor do RU foi atendida.

    As demais reivindicações foram negligenciadas pela administração da Universidade, que iniciou um processo contra os nove estudantes que faziam parte da comissão de negociação.

    Nós, do SISMMAC, entendemos que a ocupação é um instrumento legítimo da luta do movimento combativo. Defender os estudantes criminalizados é defender o direito de lutar por nossas reivindicações e por uma universidade pública de qualidade.

    Todo apoio àqueles que não se calam diante dos ataques! Firmes!

    Nota conjunta publicada pelo SISMMAC e pelo SIFAR
  • 21 | 09 | 2018 - 14:22 Além dos muros da escola
    Nota de solidariedade aos estudantes que sofrem perseguição política

    Nota de solidariedade aos estudantes que sofrem perseguição política

    A ocupação é um instrumento legítimo daqueles que lutam contra os ataques aos direitos conquistados
    A direção do SISMMAC se solidariza com os estudantes da Universidade Federal do Paraná (UFPR) que estão sofrendo perseguição política por parte da instituição devido à ocupação de 2015.

    Uma conciliação para a extinção do processo já foi solicitada pelos estudantes junto a Advocacia Geral da União, entretanto, até o momento, não houve resposta. E os estudantes reivindicam que a administração da Universidade se posicione o quanto antes, caso contrário, os envolvidos no processo poderão ter que pagar um valor de R$ 473 mil por lutarem por seus direitos.

    Desde a campanha eleitoral, o atual reitor, Ricardo Marcelo, afirma que é contra a criminalização do movimento estudantil, entretanto, nunca trouxe a público essa posição. Entretanto, se essa é mesmo a vontade política do atual reitor, agora é a hora!

    Entenda o cenário no qual a ocupação ocorreu

    Em 2015, o movimento estudantil da UFPR estava mobilizado contra uma série de cortes sofridos pela educação pública federal. Mas, também haviam reivindicações locais contra o aumento do Restaurante Universitário, corte de bolsas, pela abertura das contas da Universidade, além de várias pautas relacionadas à estrutura, como acessibilidade e iluminação.

    O rompimento das negociações com a Reitoria, na época, levou os estudantes a ocuparem a UFPR. O movimento estudantil elegeu uma comissão para negociar com o então reitor, Zaki Akel Sobrinho, e a Reitoria se comprometeu a atender a pauta estudantil. Entretanto, apenas a reivindicação relacionada ao congelamento do valor do RU foi atendida.

    As demais reivindicações foram negligenciadas pela administração da Universidade, que iniciou um processo contra os nove estudantes que faziam parte da comissão de negociação.

    Nós, do SISMMAC, entendemos que a ocupação é um instrumento legítimo da luta do movimento combativo. Defender os estudantes criminalizados é defender o direito de lutar por nossas reivindicações e por uma universidade pública de qualidade.

    Todo apoio àqueles que não se calam diante dos ataques! Firmes!

    Nota conjunta publicada pelo SISMMAC e pelo SIFAR

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