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  • SISMMAC reforça a luta contra a Reforma da Previdência
    19 | 02 | 2018 - 13:52 Fotos

    SISMMAC reforça a luta contra a Reforma da Previdência

    Com panfletagem para a população, ato desmascarou mentiras do governo e apontou necessidade de fortalecer a resistência

    Na manhã desta segunda-feira (19), o SISMMAC marcou presença nas mobilizações do Dia Nacional de Lutas contra a Reforma da Previdência.

    A manifestação, organizada por sindicatos e entidades que compõem o Fórum de Lutas do Paraná, começou no Terminal Guadalupe, com panfletagem para a população trabalhadora sobre os impactos da proposta. O ato seguiu até o prédio da Previdência Social, na Praça Santos Andrade, e terminou com uma aula pública na Boca Maldita.

    O magistério de Curitiba esteve presente no ato por entender que é fundamental fortalecer o calendário nacional de luta contra a Reforma da Previdência, mesmo diante da posição vacilante das principais centrais sindicais que anunciaram esse Dia de Luta, mas não se empenharam efetivamente na sua construção.

    Entretanto, é preciso avançar para além de um Dia Nacional de Luta. Para impedir a aprovação da Reforma da Previdência e barrar a implantação dos ataques aprovados em 2017, como a Reforma Trabalhista e a Lei das Terceirizações, é necessário mobilizar o conjunto da classe trabalhadora na construção de uma grande greve geral. É hora de fortalecer a resistência a partir dos locais de trabalho para aumentar a pressão, em um cenário marcado pela dificuldade do governo Temer (PMDB) em conseguir o número de votos necessários para aprovar esse grande ataque aos nossos direitos.

    Votação da Reforma da Previdência e a intervenção militar no Rio de Janeiro

    O governo Temer (PMDB) corre atrás dos 308 votos necessários para aprovar a Reforma da Previdência e completar seu plano de ataques à classe trabalhadora para atender os interesses do grande empresariado.

    É preciso ficar alerta, mesmo com o anúncio da intervenção militar no Rio de Janeiro. A ameaça de desmonte de nossos direitos continua, pois Michel Temer já afirmou que pretende suspender a intervenção quando tiver os votos necessários para aprovação da Reforma.

    A Câmara dos Deputados deve votar nesta segunda (19) o decreto que autoriza a intervenção das Forças Armadas na segurança do Rio de Janeiro. 

    Para justificar a intervenção, Temer afirmou que a medida buscava combater a suposta “explosão de violência” no Carnaval. Entretanto, dados oficiais do Instituto de Segurança Pública do Rio (ISP) mostram que as ocorrências diminuíram em comparação com outros anos. Isso demostra que o verdadeiro objetivo do governo é testar a resistência dos trabalhadores a uma intervenção militar, além de criar uma cortina de fumaça que pode tirar a atenção da votação da Reforma da Previdência.

    Entenda os ataques por trás da Reforma da Previdência

    A Reforma da Previdência coloca em risco o direito de se aposentar do conjunto da nossa classe, especialmente após a aprovação da Reforma Trabalhista e da Lei da Terceirização que facilitaram as demissões e permitiram formas de contratações ainda mais precárias.

    A proposta do governo quer aumentar a idade de homens e mulheres para aposentadoria, cortar pensões, arrochar ainda mais os valores pagos das aposentadorias, dificultar ainda mais o acesso aos devidos benefícios previdenciários. Ou seja, querem atacar aqueles que pagam regularmente a Previdência e manter impune as grandes empresas caloteiras.

    A propaganda feita pelo governo se desmancha a cada dia. Disseram que sua Reforma Trabalhista era para garantir empregos, mas a verdade é que o desemprego continua alto e as contratações informais aumentaram.

    E a Reforma da Previdência também cumpre o mesmo objetivo: garantir a continuidade da sonegação das grandes empresas e ao mesmo tempo abrir a porteira para o sistema financeiro impor seus planos de previdência privada.

    Para enfrentar esses ataques não há outra saída. Além de fortalecer o calendário nacional de mobilização, é preciso avançar também na construção de uma grande greve geral, que pare a produção e a circulação de mercadorias.

    Essa é a única forma de resistência capaz de impedir a aprovação da Reforma da Previdência e de barrar a implantação dos ataques aprovados em 2017, pois afeta em cheio os lucros dos grandes empresários e da elite que manda em nosso país hoje.


  • 19 | 02 | 2018 - 13:52 Fotos
    SISMMAC reforça a luta contra a Reforma da Previdência

    SISMMAC reforça a luta contra a Reforma da Previdência

    Com panfletagem para a população, ato desmascarou mentiras do governo e apontou necessidade de fortalecer a resistência

    Na manhã desta segunda-feira (19), o SISMMAC marcou presença nas mobilizações do Dia Nacional de Lutas contra a Reforma da Previdência.

    A manifestação, organizada por sindicatos e entidades que compõem o Fórum de Lutas do Paraná, começou no Terminal Guadalupe, com panfletagem para a população trabalhadora sobre os impactos da proposta. O ato seguiu até o prédio da Previdência Social, na Praça Santos Andrade, e terminou com uma aula pública na Boca Maldita.

    O magistério de Curitiba esteve presente no ato por entender que é fundamental fortalecer o calendário nacional de luta contra a Reforma da Previdência, mesmo diante da posição vacilante das principais centrais sindicais que anunciaram esse Dia de Luta, mas não se empenharam efetivamente na sua construção.

    Entretanto, é preciso avançar para além de um Dia Nacional de Luta. Para impedir a aprovação da Reforma da Previdência e barrar a implantação dos ataques aprovados em 2017, como a Reforma Trabalhista e a Lei das Terceirizações, é necessário mobilizar o conjunto da classe trabalhadora na construção de uma grande greve geral. É hora de fortalecer a resistência a partir dos locais de trabalho para aumentar a pressão, em um cenário marcado pela dificuldade do governo Temer (PMDB) em conseguir o número de votos necessários para aprovar esse grande ataque aos nossos direitos.

    Votação da Reforma da Previdência e a intervenção militar no Rio de Janeiro

    O governo Temer (PMDB) corre atrás dos 308 votos necessários para aprovar a Reforma da Previdência e completar seu plano de ataques à classe trabalhadora para atender os interesses do grande empresariado.

    É preciso ficar alerta, mesmo com o anúncio da intervenção militar no Rio de Janeiro. A ameaça de desmonte de nossos direitos continua, pois Michel Temer já afirmou que pretende suspender a intervenção quando tiver os votos necessários para aprovação da Reforma.

    A Câmara dos Deputados deve votar nesta segunda (19) o decreto que autoriza a intervenção das Forças Armadas na segurança do Rio de Janeiro. 

    Para justificar a intervenção, Temer afirmou que a medida buscava combater a suposta “explosão de violência” no Carnaval. Entretanto, dados oficiais do Instituto de Segurança Pública do Rio (ISP) mostram que as ocorrências diminuíram em comparação com outros anos. Isso demostra que o verdadeiro objetivo do governo é testar a resistência dos trabalhadores a uma intervenção militar, além de criar uma cortina de fumaça que pode tirar a atenção da votação da Reforma da Previdência.

    Entenda os ataques por trás da Reforma da Previdência

    A Reforma da Previdência coloca em risco o direito de se aposentar do conjunto da nossa classe, especialmente após a aprovação da Reforma Trabalhista e da Lei da Terceirização que facilitaram as demissões e permitiram formas de contratações ainda mais precárias.

    A proposta do governo quer aumentar a idade de homens e mulheres para aposentadoria, cortar pensões, arrochar ainda mais os valores pagos das aposentadorias, dificultar ainda mais o acesso aos devidos benefícios previdenciários. Ou seja, querem atacar aqueles que pagam regularmente a Previdência e manter impune as grandes empresas caloteiras.

    A propaganda feita pelo governo se desmancha a cada dia. Disseram que sua Reforma Trabalhista era para garantir empregos, mas a verdade é que o desemprego continua alto e as contratações informais aumentaram.

    E a Reforma da Previdência também cumpre o mesmo objetivo: garantir a continuidade da sonegação das grandes empresas e ao mesmo tempo abrir a porteira para o sistema financeiro impor seus planos de previdência privada.

    Para enfrentar esses ataques não há outra saída. Além de fortalecer o calendário nacional de mobilização, é preciso avançar também na construção de uma grande greve geral, que pare a produção e a circulação de mercadorias.

    Essa é a única forma de resistência capaz de impedir a aprovação da Reforma da Previdência e de barrar a implantação dos ataques aprovados em 2017, pois afeta em cheio os lucros dos grandes empresários e da elite que manda em nosso país hoje.


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